Palavra do Grão Mestre

Narciso Dorta Ernandes Filho

     Nas palavras de Aristóteles – “A felicidade não se encontra nos bens exteriores”.

     Nos quatro meses que antecederam este momento, percorremos as lojas de nossa

jurisdição e naquelas prazerosas ocasiões, tivemos a oportunidade de estabelecer

diálogos importantes para nós, para as nossas lojas e, claro, para a nossa GLMECE. Propusemos o tema Felicidade. Em princípio, percebemos um ar de surpresa. Normalmente, um candidato apresentaria propostas e projetos para realizações de cunho material ou mesmo institucional. Mas ali, um candidato propunha uma ação de outra natureza, distante do senso comum. Chegava com um convite para a busca da felicidade.

 

     Porém, iniciadas as discussões, o que observamos foi um empolgante envolvimento; uma acalorada participação e, o melhor, uma fortíssima adesão à idéia. Razão muito simples. O tema apresentado sintetiza a ousada proposta da Maçonaria em todos os tempos e lugares – Tornar feliz a humanidade. Simples assim – a maçonaria existe para fazer feliz a humanidade e sua existência está justificada, exclusivamente por isso. Em ambiente de felicidade plena, restaria absolutamente prejudicada, dispensável a existência da ordem maçônica.

 

     Entretanto, a maçonaria existe. Logo, há muito ainda por fazer. A felicidade neste mundo ainda é um objeto no horizonte, iluminado é certo, mas ainda turva à vista de todos nós. Sou levado a pensar, que a proposta da maçonaria pode não estar sendo bem assimilada pelos maçons ao longo da história. Somos alertados, exaustivamente sobre o propósito da felicidade, porém, pouco caso fazemos dessa elevadíssima mensagem. Essa a impressão que me ocorre. Quando nossos rituais nos dizem do propósito da felicidade, a idéia tangência nossas mentes como mera utopia, algo bonito, belo, mas tão ousado, que imaginamos impossível de ser alcançado. E nesse exercício mental, provavelmente desenvolvido no campo do inconsciente, nos conformamos com a mera expectativa, e nos limitamos a construir as bases para uma eventual felicidade em futuros distantes, para a humanidade que nos sucederá. É como se estivéssemos convidados para uma grande festa nesta existência, mas condenados apenas a higienizar o salão. Ouso dizer que não é assim. Que não deve ser assim. A maçonaria pretende a nossa felicidade. A felicidade da humanidade; e a humanidade somos todos nós; aqui e agora; e essa felicidade para a humanidade só poderá ser um dia realizada plenamente, a partir das nossas próprias felicidades individuais.

     Assim, a nossa proposta para o próximo triênio busca na essência do objeto da maçonaria, a razão para nossa convivência no período administrativo que se abre. A proposta é parar de construir as supostas bases para a felicidade futura e focar na realização da felicidade hoje. Nessa perspectiva, as coisas materiais possuem importância relativa. As relações interpessoais ganham nova dimensão. O modo de vida ganha relevância capital. Para ser feliz é necessário predisposição da alma; é necessário querer ser feliz; é necessário crer na real possibilidade de alcançá-la e, principalmente, estar disposto a mudar comportamentos. Ou não seria o aperfeiçoamento dos costumes a maior, ou mesmo a única, ferramenta da maçonaria para contributo na evolução da humanidade? Mas o aperfeiçoamento dos costumes hoje, para gozar os benefícios dessas mudanças hoje. Esses comportamentos, entretanto, variam em larga escala, e o seu conjunto determina o modo de vida de cada um. Mais ou menos feliz, de acordo com os méritos de cada indivíduo. A Grande Loja Maçônica do Estado do Ceará congrega, há quase um século, milhares de pessoas, maçons, cunhadas, sobrinhos, sobrinhas e outros membros familiares, agrupados nas nossas diversas lojas, todos imbuídos de propósitos alinhados com a proposta da maçonaria – tornar feliz a humanidade. Nossa Grande Loja, portanto, como entidade aglutinadora, coordenadora, orientadora, pode e deve assumir importante papel no processo de mudança comportamental dessa grande família.

     A proposta que trazemos é buscar a felicidade a partir da felicidade de cada um, individualmente. Das pequenas atitudes, do afrouxamento dos sorrisos, da distensão dos conflitos, do controle das ansiedades, do exercício da meditação e do autocontrole, da prática da tolerância. Enfim, é buscar sorrir. Sorrir sempre. Não desperdiçar chances para sorrir, para elogiar quem estiver ao lado, para dirigir uma palavra de conforto, para a prática da caridade, da solidariedade, distribuir simpatia por onde passar, relevar os inconvenientes, praticar o amor. Enfim, o convite é para uma nova forma de viver. É mudar hábitos, dançar, praticar esportes, viajar, resgatar talentos adormecidos, enfim, cultivar melhores formas de viver. Estamos convencidos de que a mudança de perspectiva em relação ao objeto proposto melhorará o ambiente interno das lojas de nossa jurisdição, com reflexos positivos em relação ao malfadado fenômeno da evasão de obreiros. A construção de ambientes mais felizes, por certo, extrapolará as paredes de nossos templos e atrairá novos membros. É fato que as pessoas, em regra, não abandonam lugares onde se sentem felizes; de igual maneira, ambientes felizes são atrativos para aqueles que observam de fora. Essa mudança de postura pressupõe o enfrentamento de alguns paradigmas, claro, mas nada que não esteja alinhado com a perspectiva de desenvolvimento intelectual também pretendida pela maçonaria. Será necessário compreender com maior clareza, que nossos templos representam espaços sagrados destinados aos nossos trabalhos, mas que são tão mais brilhantes pela luz que emana dos seus habitantes do que pelas luzes de suntuosas pinturas ou adornos; que o espaço deve ser acolhedor e não necessariamente imponente ou suntuoso; que devemos compartilhar sentimentos, mas também compartilhar coisas; os objetos, e todas as coisas que decoram os nossos templos constituem meio de ensino, mas não o próprio ensino; o mesmo avental pode vestir mais de um obreiro, desde que não simultaneamente; a mentalidade patrimonialista, materialista, deve ceder lugar a uma visão mais humanista e espiritualizada. Somos todos usuários, muito embora, nos achemos proprietários. A nenhum de nós é dado o direito de levar desta vida, a boa casa ou o carro de luxo, ou qualquer outra coisa que, eventualmente esteja em nossa posse.

     A proposta, portanto, consiste em redirecionar o foco. Os investimentos serão, prioritariamente, direcionados para a felicidade das pessoas. São visíveis, e extremamente importantes, os ganhos materiais obtidos por nossa Grande Loja nos últimos anos. Possuímos instalações confortáveis e absolutamente suficientes para o bom desempenho das nossas atividades. Dispomos de meios gerenciais estruturados e equipe bem formada, capaz de atender as nossas necessidades de cunho administrativo. Tudo isso, graças ao comprometimento, à competência, ao zelo e ao senso de responsabilidade dos tantos Sereníssimos Grãos Mestres que nos antecederam, com destaque muito especial, para o nosso Sereníssimo Grão Mestre de Honra – Ir Silvio de Paiva Ribeiro, que bem representa o espírito de Grão Mestre, construtor e realizador de outros tantos que também deixaram seus nomes gravados na história de nossa Grande Loja. A todos o nosso preito de gratidão e reconhecimento. Todas essas conquistas precisam ser preservadas. Os patrimônios amealhados até aqui, moral e material, custaram muito trabalho daqueles que dirigiram e trouxeram nossa instituição até os dias atuais; esse trabalho merece o nosso respeito e nosso reconhecimento. Novo tempo. Novos momentos. Novas circunstâncias. Novos olhares. Novas perspectivas. Novos focos. Assim é a vida. Vivemos em ambiente dinâmico, sob todos os aspectos, e, portanto em permanente processo de mudança. É bom que

seja assim. O mecanismo de substituição de condutores, sejam nas lojas da jurisdição ou na Grande Loja como no presente momento, está absolutamente sintonizado com essa regra universal. O mundo é dinâmico. O mundo evolui. Precisamos evoluir com ele. Para tanto, necessário serenidade para aceitar as coisas que não podemos modificar; coragem para modificar as que podemos; e, sabedoria para distinguir uma das outras. Vislumbramos oportunidades importantes para esse novo momento que se abre a partir de hoje.

     Nesse novo ambiente, será possível tratar as coisas materiais com responsabilidade e zelo, mas não permitir que consumam nosso precioso tempo; não desperdiçar oportunidades para realizar festas, comemorações, brindes, ágapes – realizar muitas festas, alegrar o espírito, sempre com a efetiva participação de toda a família de nossa Grande Loja; queremos que essa prática seja dissipada e fortalecida em toda a jurisdição; manter o espírito cívico em todas as oportunidades; estimular práticas que possam melhorar o padrão de felicidade da nossa comunidade. Essa a mensagem que, pretendemos, seja orientadora para todos os nossos atos como Sereníssimo Grão Mestre. Felicidade. Se o ato concorre para a felicidade, será efetivado. Se o ato se contrapõe à felicidade, será evitado. Nesse processo de busca pela felicidade, os relacionamentos com as instituições da sociedade também se revelam importantes. É nosso intuito buscar uma aproximação mais efetiva com as entidades representativas da sociedade civil, como os conselhos das atividades profissionais (OAB, CRC, CRM, entre tantas outras), com as associações de natureza comercial, industrial e de produtores em geral; instituições de representação empresarial e sindical; instituições públicas das três esferas de governo; no sentido de ampliar a visibilidade das pessoas em relação à nossa instituição. A felicidade pressupõe, também, boa relação com outros grupos de atores da sociedade. Coexistimos no mesmo cenário e enfrentamos dificuldades comuns. Necessário e salutar o espírito de boa convivência e, sempre que possível, ajuda mútua. Se a felicidade pressupõe saúde, e isso é fato, a nossa Grande Loja pode e vai ser indutora de mudanças nos hábitos de vida dos Irmãos e de suas famílias; mas não apenas deles, e sim de todas as pessoas que estão perto de nós. Nossa grande hospitalaria continuará a prestar o socorro e a atenção nos momentos da doença, mas fortalecerá o trabalho, especialmente de orientação, no fortalecimento da prevenção. A presença da maçonaria em eventos coletivos nas cidades, também nos parece uma boa estratégia para combater os tantos preconceitos que ainda povoam o imaginário de muitas pessoas. Atividades de interesse da coletividade nos parecem oportunas. Estamos dispostos a ampliar iniciativas já existentes e aliar outras tantas. Atuaremos no estímulo às práticas de vida saudável através da organização de eventos de corridas de rua, caminhadas, passeios ciclísticos, dentre outras, não apenas para os maçons, mas para toda a coletividade e com o engajamento dela; buscaremos marcar presença em nossos parques e nos espaços das cidades onde estamos presentes. Cremos que essas ações concorrem para a melhoria do padrão de vida e de felicidade das pessoas, mas concorre também para uma salutar aproximação de nossa Grande Loja com a comunidade em geral. Especial atenção será dirigida às atividades de natureza culturais em nossa GLMECE. Cultura produz felicidade.

 

     Nesse contexto, a Academia Maçônica de Letras do Estado do Ceará ampliará o relevante papel que já desempenha na jurisdição. O assento conquistado no Colégio de Presidentes de Academias de Letras e Entidades Culturais, Órgão dirigido pelo Presidente da Academia de Letras do Estado do Ceará, representa um importante elo da cultura maçônica com os produtores de cultura de outros segmentos e que pode ter melhor aproveitamento. Há espaços nobres em nossas instalações que poderão sediar importantes eventos culturais – a AMLEC está sendo chamada a atuar. O retorno do Jornal Mosaico, o reposicionamento da biblioteca Ir José Augusto Bezerra e a reestruturação do memorial de nossa GLMECE, constituem iniciativas que contarão com nosso especial empenho. As práticas de gestão não carecem de reparos, mas é sempre possível melhorá-las. Coisas que não foram possíveis até aqui, podem ser encaminhadas nesse novo momento. Nessa perspectiva, a atualização do nosso Estatuto Social e a redução das taxas cobradas pela GLMECE, constitui promessas de campanha que serão efetivamente cumpridas. Medidas que serão encaminhadas mediante processo de ampla discussão e com absoluta transparência. Normas de responsabilidade fiscal interna serão absolutamente observadas. A saúde financeira conquistada precisa ser mantida. A transparência no trato com os recursos materiais da instituição será ampliada a partir da criação da Grande Delegacia de Controladoria e Transparência, cuja finalidade é garantir bons planejamentos e execuções orçamentárias, além de melhorar o padrão dos procedimentos contábil, fiscal e financeiro. O objetivo é que, até o final deste mandato, nossas demonstrações possam receber parecer de instituição independente. Foi consenso também, em nossas andanças pelas lojas da jurisdição, que precisamos fortalecer as nossas lojas atuais, mas também expandir a nossa ação através da criação de novas lojas, especialmente naqueles municípios que ainda não dispõem de uma célula maçônica. Precisamos crescer. Crescer intelectual e moralmente, porém, também numericamente. O crescimento moral e intelectual representa a realização do objeto da maçonaria. Decorre da aplicação do conhecimento transmitido pela Ordem através de suas instruções e de suas práticas litúrgicas. O crescimento numérico, de outro modo, representa a efetividade da ação maçônica, pelo simples fato de que a mudança pretendida pela maçonaria só se dará por meio da transmissão dos conhecimentos que detêm e que, por sua, vez, precisa chegar a um número cada dia maior de pessoas. Não haverá progresso efetivo, enquanto o acesso ao conhecimento estiver limitado a um reduzidíssimo número de privilegiados. Há alguns paradigmas que precisam ser removidos. Precisamos de qualidade e não de quantidade. Essa a frase que mais ouvimos quando o assunto é crescimento numérico. É preciso entender de vez, que qualidade e quantidade não são incompatíveis, e que um não invalida o outro. A maçonaria possui mecanismos para a seleção; nós já o aplicamos. Não podemos considerar satisfatório que a maçonaria limite-se a poucas centenas de obreiros em um universo de milhões de habitantes. Necessário enxergar que o crescimento quantitativo propicia a difusão do conhecimento maçônico com ampliação dos efeitos dessas mudanças de perfis no âmbito da sociedade, como também concorre para maior alivio nas tensões de natureza material-financeiro que atinge lojas e obreiros. Quanto mais obreiros, menor a cota parte de contribuição financeira para cada um – princípio da ampliação da base de contribuintes.

     A felicidade pode alcançar um número maior de pessoas. Há muita gente lá fora que poderia e gostaria de estar aqui. É bom que as tragamos. Nesse processo, os Grandes Delegados Especiais para o Fortalecimento e Expansão e os Veneráveis Mestres da jurisdição, desempenharão papel de extrema importância. Conto com a colaboração de valorosos e experientes Irmãos nessa empreitada. As Instituições Paramaçônicas têm um importante papel no contexto de nossa Grande Loja. Têm recebido incondicional apoio e isso será mantido. A Ordem da Estrela do Oriente, caçula delas no Estado do Ceará, já se mostra consolidada. Os Capítulos instalados representam apoios e motivação para novos empreendimentos. É necessário seguir em frente, com redobrada atenção para não dispersar energias com desalinhamentos injustificados e sem importância real. As ordens que se destinam ao público infanto-juvenil – Ordem das Filhas de Jó e Ordem D´Molay, também são motivos de orgulho para todos nós. Necessário fortalecer o caráter educativo que lhe são próprios na origem. Nós temos a obrigação de acompanhar, orientar e educar os membros daquelas instituições, sem substituí-los, no entanto, no protagonismo que deve ser deles, os jovens que dela tomam parte. Enfim, a Grande Loja Maçônica do Estado do Ceará é esse gigante que mostra sua face hoje aqui e que merece toda a nossa dedicação, todo o nosso esforço para bem conduzi-la. Estamos cientes da elevadíssima responsabilidade que assumimos neste momento. Cuidar da família maçônica, entretanto, é tarefa que não cabe em um homem só. Precisamos permanecer unidos em busca do bem comum. Precisamos superar diferenças e construir novas pontes. Precisamos que todos colaborem para o progresso de nossa instituição. A mim coube a elevada posição de Grão Mestre nesse período administrativo de 2019 a 2022, a todos nós cabe zelar pelo presente e pelo futuro dessa honrada instituição. Quero concluir minha fala agradecendo a DEUS pela singular experiência que tenho vivido desde a minha iniciação no dia 03 de dezembro de 1993 até os dias atuais. DEUS está sempre comigo e tenho certeza que ele não me abandonará nessa sagrada missão. Agradecer à minha família, minha esposa Rose, meus filhos Vítor e Ingrid, minha neta Sarah, pelo que representam na minha vida. O amor que recebo da minha família é a energia que me faz abrir os olhos todas as manhãs. Muito obrigado a vocês. Agradecer aos Irmãos que me confiaram ocupar o cargo de Grão Mestre, com a expressiva votação que superou a marca de 95% dos votos apurados. Muito obrigado a todos. Um Grão Mestre não é eleito para governar seus eleitores, mas para ser guia e exemplo para todos os maçons da jurisdição. Aplicaremos toda a nossa energia para bem cumprir esse papel.

     Agradecer aos tantos amigos, maçons e não-maçons. As amizades importam muito na vida de todos nós. Amizades geram boas crenças na vida e na humanidade. Muito obrigado a todos. Agradecimento muito especial ao nosso Sereníssimo Grão Mestre de Honra, Ir Silvio de Paiva Ribeiro, a quem tive o privilégio de servir, inicialmente como seu Grande 1º Vigilante e, posteriormente, como seu Grão Mestre Adjunto. Aprendi e aprendo muito com esse valoroso Irmão. Ocorre-me a impressão, Sereníssimo Grão Mestre de Honra, que além do trabalho que realizamos durante a jornada que se encerrou hoje, fomos capazes de gerar aquilo que, na minha impressão, figura entre as grandes obras do período: o exemplo que oferecemos à jurisdição sobre como deve ser o relacionamento entre um Grão Mestre e o seu Adjunto. Respeito, amizade, colaboração desinteressada sempre. Não à toa realizamos uma eleição com chapa única e aprovação com tamanha maioria. A paz que vivenciamos, sem sombra de dúvidas, irradia para toda a jurisdição. Viveremos um novo momento e de novo, abre-se para nós, uma nova possibilidade – oferecer também um bom exemplo sobre como deve ser o relacionamento entre o Grão Mestre e o seu antecessor. Tenho absoluta convicção que não falharemos nisso também. Precisamos da sua ajuda sempre. A Grande Loja Maçônica do Estado do Ceará, não pode prescindir de um obreiro com tamanha dedicação. Neste momento tão importante da minha vida, presto homenagem especial ao casal mais corajoso que já conheci, Narcizo Dorta Fuentes e Dalmácia Hernandez Fuentes, meus pais, a quem devo lições de honradez, honestidade e muita coragem, inclusive para superar as injustiças e as decepções que atravessam nossas vidas. Minha homenagem também ao grande Irmão e protetor – João José Dorta Ernandes, meu irmão de sangue, maçom exemplar que, havendo sido chamado pelo criador, hoje vibra comigo, está ao meu lado, a partir do Oriente Eterno onde se encontra. Que todos nós possamos navegar juntos nessa grande embarcação em busca da felicidade. Segundo Platão “o que faz andar o barco não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê”.

     Sopre vento, pode soprar.

     Que DEUS nos proteja hoje e sempre. Muito obrigado.

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